Não devo sucumbir a falta que sinto, mas cedo, porque não é a mim atribuída a recusa. O não-querer é parte imaginária, já que sentimento em mim, é cobertura e recheio e o que sobra é animal com patas grandes e pesadas. Então, sinto! Forte como aquele dia, no momento brusco em que o cordão foi rompido e você partiu feito a morte: frio e dolorosamente surpreendente. Hoje matei a semente que ainda ligava você e eu. 
Tristemente eu sinto novamente...